As pesquisas divulgadas pelo Instituto Veritá� apontam um cenário de maior dificuldade para o PT no Nordeste, região historicamente considerada a principal base eleitoral do partido.
Os números mostram avanço da oposição em estados estratégicos e aumento do desgaste político de governadores petistas, ampliando a possibilidade de mudanças importantes no cenário eleitoral de 2026.
O cenário atinge diretamente o governador do Piauí, Rafael Fonteles, aliado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e um dos principais nomes do PT no Nordeste.
Entre os estados que passaram a preocupar lideranças petistas estão Bahia, Ceará, Rio Grande do Norte e Piauí. Em todos eles, adversários políticos avançam nas articulações e aparecem competitivos para a disputa eleitoral.
No Piauí, a oposição tem intensificado críticas relacionadas ao aumento de impostos, empréstimos bilionários, problemas na saúde pública e desgaste administrativo do governo estadual.
Nos bastidores políticos, a avaliação é de que o PT enfrenta atualmente um cenário mais complicado na região em comparação às últimas eleições, quando o Nordeste garantiu ampla vantagem eleitoral ao presidente Lula.
Com o avanço da oposição e o crescimento da insatisfação popular em áreas sensíveis da administração pública, lideranças políticas já enxergam a possibilidade de mudanças significativas no mapa político nordestino em 2026.
📊 Os dados regionais recentes do instituto apontam:
➡️ No Rio Grande do Norte, a vantagem do presidente Lula sobre Flávio Bolsonaro aparece mais apertada, com diferença de apenas 5,4 pontos percentuais.
➡️ No Ceará, o governador Elmano de Freitas registra alta rejeição, com 54,3% dos eleitores afirmando que não votariam nele.
➡️ Na Bahia, ACM Neto aparece numericamente à frente do governador Jerônimo Rodrigues em simulações para o governo estadual.
➡️ Em Pernambuco, levantamentos também geraram debate público após divulgação de índices de rejeição envolvendo Lula e Flávio Bolsonaro.
Apesar do cenário de desgaste apontado pelas pesquisas, especialistas avaliam que ainda é cedo para afirmar um possível “fim do PT” no Brasil, já que o partido mantém forte presença política nacional e influência em diversas regiões do país.
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✍️ Jornalista Valdivino de Oliveira – DRT
- Por: Redação - Valdivino de Oliveira
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