|
Natural de
Imperatriz, no Maranhão, já era esperado que o talento de Rayssa para acertar
manobras a levasse ao pódio. Porém, além da medalha no peito, ela volta para
casa com uma boa quantia no bolso.
Graças ao
incentivo do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), a garota sai do Japão com a
premiação de R$ 150 mil, valor destinado aos medalhistas de prata em Tóquio.
Caso participasse de mais disputas, a fadinha poderia acumular os montantes de
acordo com sua colocação.
A decisão
de premiar em dinheiro os atletas brasileiros veio da diretoria do COB, como
forma de homenagear e reconhecer o trabalho dos esportistas, principais
protagonistas do Movimento Olímpico.
“Com
esta ação, o COB reconhece o esforço, o comprometimento e a disciplina
colocados em prática para a conquista de uma medalha olímpica. Essa premiação é
oriunda de recursos privados do COB e é fundamentada em um dos nossos pilares:
a meritocracia. Desejo a todos um excelente trabalho e tenham em mente, em
primeiro lugar, a saúde de vocês”, disse Paulo Wanderley Teieira, presidente da
entidade.
Para os
competidores individuais, as quantias variam de R$ 100 mil a R$ 250 mil. Já as
modalidades coletivas recebem valores mais expressivos devido a quantidade de
integrantes. Para equipes com até seis atletas o prêmio pode variar entre R$
200 mil e R$ 500 mil, e para times com sete pessoas ou mais o valor pode ir de
R$ 300 mil a R$ 750 mil.
(BN) www.jornalaguaslindas.com.br
|