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Segundo
relato da testemunha, ela passava pelo local quando viu uma viatura da polícia
parar próxima a dois jovens, que foram abordados e em seguida, agredidos. A
testemunha conta que viu um dos policiais bater a cabeça de Chris contra a
parede, dar tapas no rosto e golpes com um cassetete. Relata também que escutou
o jovem dizer que tinha câncer e pedir para não apanhar mais.
O
amigo que acompanhava Chris também foi agredido com um cassetete e tentou
correr, mas, segundo a testemunha, o policial ameaçou disparar contra a perna
do homem se ele tentasse fugir.
De
acordo com o relato da família, Chris saiu de caso com um amigo para ir em uma
distribuidora para comprar um refrigerando. Minutos depois, o rapaz chegou em
casa bastante machucado e foi em direção ao banheiro da residência, onde teve
uma crise convulsiva e foi levado ao hospital. O jovem ficou intubado por cinco
dias e veio a óbito no dia 16 de novembro.
No
relatório médico constatou que Chris Wallace sofreu um traumatismo na cabeça
por espancamento, contusões nos pulmões e no abdômen.
Estado
ainda não se pronunciou
“O
que eles querem é um posicionamento da Corregedoria da Polícia Militar e da
Secretaria de Segurança Pública. Ninguém se pronunciou sobre essa agressão”,
explicou Emanuel Rodrigues, advogado da família.
O
caso, registrado como lesão corporal seguida de morte, segue sob investigação
da Polícia Civil.
(Mais Goiás) www.jornalaguaslindas.com.br
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