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| foto: Denio Simões |
A primeira creche do campo de Brasília comemorou
aniversário neste sábado (1º). Há um ano, começou a funcionar o espaço que
atende crianças de até três anos no ensino infantil e de 4 e 5 anos na
pré-escola. A unidade funciona vinculada à Escola Classe do Capão Seco, no
núcleo rural homônimo, no Paranoá.
A celebração ocorreu na escola e teve a presença do
governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, e do secretário de Educação, Júlio
Gregório Filho. “Estamos aqui
celebrando o primeiro ano da primeira creche da área rural do DF, feita graças
à parceria da Secretaria de Educação com a comunidade local. São 20 creches
inauguradas no nosso governo dentro do programa Criança
Candanga“, afirmou Rollemberg.
Desde a inauguração, o local passou por
reformas. Pinturas, cercamentos e pequenas obras em salas de aula foram
feitos com recurso do Programa de Descentralização Administrativa Financeira
(PDAF). No evento comemorativo, oficializou-se a entrega da creche
revitalizada.
De acordo com a Secretaria de Educação, a creche e a pré-escola eram demandas
antigas da população da zona rural, que não tinha com quem deixar os filhos
menores de cinco anos. Setenta crianças estão matriculadas em dois turnos:
matutino, das 7h30 às 12h30, e vespertino, das 13 às 18 horas.
No local, as crianças recebem o lanche
escolar. A unidade tem cinco turmas – duas para creche e três de
pré-escola. As matriculas podem ser feitas pelo número 156 (opção
2).
Além da creche no Capão Seco, o governo de Brasília
já inaugurou uma segunda creche na área rural no Paranoá, e a pasta de Educação
pretende levar a iniciativa para outras regiões administrativas.
O programa Criança Candanga valoriza e dá
preferência a políticas que fortaleçam a educação de crianças e de
adolescentes. Neste ano, o governo de Brasília anunciou 2,5 mil bolsas de estudo, em instituições conveniadas, a
alunos de 4 e 5 anos que não foram contemplados em creches públicas.
O PDAF é um recurso que serve para fazer pequenos
reparos em colégios, custear projetos e adquirir alimentos específicos para
atender a necessidades de alunos, por exemplo.
Além de todas as escolas da educação básica e de
educação integral, as técnicas, as de educação profissional, os centros
interescolares de línguas (CILs) e algumas bibliotecas comunitárias são
contempladas. O valor para suporte no primeiro semestre do ano letivo para as 14
coordenações regionais e as 674 unidades da rede pública de ensino em 2017
somou R$ 29.805.183,94.
(Agência Brasília/redação JAL)
