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“Concluímos que foi morte
por disparo acidental de arma de fogo em que ele atirou em si próprio. Nesse
caso, ninguém que estava no local é indiciado. O laudo da balística ainda não
ficou pronto, mas finalizei a investigação com o laudo do local do crime, que
apontou a causa da morte como acidental”, disse o delegado ao G1.
Passim morreu no dia 4 de março, na fazenda do cantor Leonardo, no
município de Jussara (GO).
A arma Glock 380 que matou Passim pertencia à vítima,
mas não era registrada. Segundo o delegado, testemunhas informaram que a arma era
de uso pessoal do assessor, mesmo que ele não precisasse dela para desempenhar
sua função profissional. “A arma era dele, para defesa pessoal, mas não estava
registrada”, afirmou o delegado.
Passim, amigo e assessor do
sertanejo, morreu após um disparo acidental de arma de fogo num trágico
acidente na fazenda do cantor Leonardo,
em Jussara, Goiás, no último dia 4/3.
Segundo a investigação
preliminar da Polícia Civil de Goiás, o cantor Leonardo foi uma
das pessoas que encontrou o corpo do assessor e amigo.
A polícia informou que, após
entrevistas com as pessoas que estavam no local, o artista sentiu falta do
amigo e, quando não conseguiu entrar na suíte em que ela
estava, mandou funcionários arrombarem a porta.
“[Leonardo] estava com
outros funcionários da fazenda e, como o Passim não saía do
quarto após ser chamado, o Leonardo, segundo uma funcionária,
mandou arrombar a porta”, afirmou o delegado Kléber Toledo.
A estimativa da polícia é de que os tiros disparados por volta de 2h,
mas o corpo de Passim foi encontrado às 12h30. O fato havia sido noticiado como
possível suicídio inicialmente, mas a tese foi logo afastada pelas equipes após
uma perícia inicial.
Além de
Passim e Leonardo havia mais duas pessoas na Fazenda Talismã no dia do ocorrido. Todas dormiam em cômodos
distantes.
(Metrópoles)
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