|
Intitulado de “O Brasil terá
eleições e seus resultados serão respeitados”, o manifesto frisa que “o
princípio-chave de uma democracia saudável é a realização de eleições e a
aceitação de seus resultados pelos envolvidos”.
Na última quinta-feira
(29/7), Bolsonaro prometeu apresentar provas de que houve fraude nas eleições
de 2018. Durante a tradicional live, no entanto, o mandatário do país apenas
apresentou vídeos que já circulam pela internet e não demonstram qualquer
comprovação das acusações.
“A Justiça Eleitoral
brasileira é uma das mais modernas e respeitadas do mundo. Confiamos nela e no
atual sistema de votação eletrônico”, diz trecho do manifesto.
Por fim, o grupo reitera que
o resultado do pleito de 2022 deverá ser respeitado. “A sociedade brasileira é
garantidora da Constituição e não aceitará aventuras autoritárias.”
O manifesto teve ao menos
260 signatários – entre eles, Luiza Trajano, do Magazine Luiza, Roberto
Setúbal, do Itaú, Guilherme Leal, da Natura; e Oskar Metsavaht, da Osklen. Bem
como os ex-ministros Celso Lafer e Nelson Jobim, além dos diplomatas Roberto
Abdenur e José Maurício Bustani e do jurista Joaquim Falcão.
Na lista de assinaturas,
ainda constam os nomes do cardeal dom Odilo Scherer, arcebispo de São Paulo, do
rabino da Congregação Israelita Paulista Michel Schlesinger, e da monja Cohen.
Também
assinam Candido Mendes de Almeida, integrante da Academia Brasileira de Letras,
o documentarista João Moreira Salles, o empresário e coordenador da Rede Nossa
São Paulo, Oded Grajew, os médicos Drauzio Varella e Margareth Dalcolmo, e os
intelectuais Renato Janine Ribeiro e Sergio Fausto.
(Metrópoles)
www.jornalaguaslindas.com.br
|