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A
militância emedebista referenda as 146 cartas (no total eram 160) apresentadas
por diretórios municipais do partido favoráveis a aliança e apresentadas na
quinta-feira, 16 de setembro, pelo presidente da sigla, Daniel Vilela, na
reunião da Executiva, em Goiânia. A composição também foi ratificada por 27 de
28 prefeitos emedebistas de Goiás. A exceção é do prefeito de Aparecida de
Goiânia, Gustavo Mendanha.
Em
agosto, o governador Ronaldo Caiado esteve na sede do diretório estadual do MDB
e convidou a agremiação a fazer parte da chapa majoritária para a eleição de
2022. A oferta da vice-governadoria para Daniel Vilela prepara o lançamento de
seu nome para as eleições municipais de 2024 quando receberia o apoio dos
democratas. Em uma possível senatoria Daniel teria forte campanha contra si e
poderia carregar o peso que acometeu outras lideranças que mal chegavam ao
Senado, saiam a disputar outro pleito. Iris Rezende já foi vítima de tal ação e
por último Vanderlan Cardoso.
Sobre
a decisão, Daniel Vilela não hesita em afirmar que seu pai, Maguito Vilela,
aprovaria o caminho escolhido pelo MDB. “Meu pai tinha uma leitura apurada do
momento histórico e já defendia esta tese de união política há algum tempo”,
twittou, após conceder entrevista ao jornalista Almiro Marcos do portal
Metrópoles. Dando o fato por consumado, ele finaliza o post: “já acompanhei de
perto muito da história política daqui de Goiás e do Brasil. Vamos em frente!
(HE) www.jornalaguaslindas.com.br
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