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Segundo
informações da corporação, ao ser interrogada, a mulher alegou que o filho
nasceu morto e, por esse motivo, teria colocado o bebê dentro de uma caixa, no quintal
de casa e colocado fogo em volta.
De acordo
com a PC, a mãe da suspeita declarou que o bebê nasceu no dia 1º deste mês. A
família da criança acionou a polícia, depois de perceber que a mulher não
estava mais grávida, mas que também não havia um bebê.
A
delegada responsável pelo caso, Bruna Coelho Soares, disse que familiares apontaram uma
rejeição da suspeita em relação à gravidez. “Durante toda a
gravidez, a família perguntava da barriga para ela [a mãe] e ela negava que
estivesse grávida. Quando foi agora, uma parente encontrou ela, sem barriga e
sem bebê. A família descobriu e acionou a polícia. Fomos até o local e vimo o
local, que estava bem carbonizado”, afirmou.
A mulher foi presa pelo
crime de ocultação de cadáver, com pena de até três anos de
reclusão. No entanto, ela pagou fiança e responderá em liberdade. Segundo a
equipe de investigação, como o bebê nasceu há dias, não foi feito flagrante por
homicídio ou infanticídio.
“Ela [a mãe] pagou fiança e
foi liberada. Ela vai ser investigada por homicídio ou infanticídio também. Ela
não justificou nada por ter feito isso. Ela diz que o bebê nasceu
morto, mas isso vai ser investigado por um exame que foi feito”,
explicou a delegada responsável.
Ainda de acordo com a
polícia, a mulher disse à delegada que tem outros dois filhos com o pai da
criança, mas que os dois estão brigados há aproximadamente 7 meses.
(Metrópoles) www.jornalaguaslindas.com.br
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