da redação
A senhora Francineide Ribeiro
da Silva, moradora da quadra 31 lote 34 no Setor 08, se diz indignada com a CELG,
após ter sua obra paralisada por determinação da referida empresa, que alega
que a edificação está em uma área de risco devido a proximidade de uma rede de
alta tensão e a proprietária só poderia dar prosseguimento à obra, após ser
feito o deslocamento da tal rede.
Francineide então procurou a
CELG para tentar resolver o problema. Foi então que para seu espanto e revolta,
a CELG disse que para fazer o serviço de retirada da rede que ela mesma colocou,
a moradora teria que pagar 1.296,31(mil duzentos e noventa e seis reais e
trinta e um centavos).
Foi aí que Francineide requisitou
a reportagem do Jornal Águas Lindas, para externar sua indignação. Segundo ela,
mora no local há 21 anos, bem antes da chegada da tal rede e seu lote está
corretamente nos limites de demarcação. Ela argumenta ainda que quem colocou os
postes e as redes, é quem deveria corrigir o erro, no caso a própria CELG.
É bom lembrar que segundo a ANEEL,
a CELG está entre as piores empresas energéticas do Brasil, como pode ser visto
abaixo.
No mercado maior, as três piores colocadas estão na região Norte e
Centro-Oeste. A Companhia Energética de
Brasília – CEB, que presta o serviço no Distrito Federal, ficou em 33º, seguida
daCompanhia
Energética de Goiás – Celg, em 34º, e das Centrais Elétricas do
Pará (Celpa), em 35º.
FONTE:
ANEEL