Momento Saúde Clínica Santa Mônica com Dr. Lucas Antonietti

O tema desta semana será sobre o Infarto Agudo do Miocárdio.

Infarto Agudo do Miocárdio

Conhecido popularmente como ataque cardíaco, o infarto agudo
do miocárdio se caracteriza pela ausência ou pela diminuição da circulação de
sangue no coração.

Sintomas

Dor no tórax (ou peito) contínua, de forte intensidade e
sensação de compressão, aperto ou queimação no peito, ardor bastante semelhante
à azia, dor peitoral irradiada para a mandíbula e para os ombros e braços, mais
freqüentemente do lado esquerdo do corpo, e, por vezes, palpitações prolongadas
(batedeira no coração) -tecnicamente chamadas de arritmias cardíacas.

O paciente pode apresentar, ainda, suor excessivo, náuseas,
vômitos, tontura e desfalecimento, assim como ansiedade e agitação. É
importante lembrar que os pacientes diabéticos apresentam menos sintomas ou
podem não sentir dor ao infartar.

Causas:

O ataque cardíaco resulta de uma série de agressões
acumuladas ao longo dos anos:

tabagismo, obesidade, diabetes, hipertensão arterial, níveis
de colesterol alto, estresse, sedentarismo, entre outros.

Exames e diagnósticos

O diagnóstico do infarto é geralmente feito pelo exame de
eletrocardiograma – que, em muitas situações, sugere a interrupção da
circulação no coração -, e de exames de sangue que medem o nível de enzimas
resultantes da destruição de células cardíacas.

Tratamento e prevençõesinfarto

Inicialmente, o tratamento visa diminuir a lesão no
miocárdio e evitar complicações fatais, o que requer a administração de
medicamentos para o coração trabalhar de modo mais econômico e para ajudar a
restaurar a circulação de sangue no local.

Dependendo do tipo de infarto e da gravidade do entupimento,
a desobstrução das artérias muitas vezes requer um procedimento mais invasivo,
como a angioplastia e/ou a cirurgia de revascularização do miocárdio.O
tratamento prossegue com medicamentos e mudanças importantes no estilo de vida,
como ter uma alimentação equilibrada, praticar exercícios físicos regulares com
orientação médica, reduzir o peso, parar de fumar e controlar a pressão
arterial.

Para completar, todo paciente precisa visitar periodicamente
o cardiologista a partir dos 40 anos e fazer os exames solicitados na consulta
de rotina. Quem tem história de doença cardíaca na família, deve ficar ainda
mais atento aos fatores de risco, além de começar esse check-up mais cedo.

Dr Lucas Antonietti

Médico Radiologista

CRM-GO 12037 (RQE.8097)

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