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Marcos Rogério divulgou o vídeo em
suas redes sociais logo após mostrá-lo na CPI. O conteúdo traz falas dos
governadores João Doria (São Paulo), Wellington Dias (Piauí), Flávio Dino
(Maranhão), Renan Filho (Alagoas) e Helder Barbalho (Pará).
Com a filmagem,
Marcos afirmou que quis “escancarar a falta de bom senso e até de vergonha
daqueles que tentam criminalizar o presidente quando os seus mesmos
governadores fizeram a mesma coisa” sobre a cloroquina. “Eu nunca defendo aqui a
distribuição de qualquer medicamento sem qualquer prescrição médica.”
O presidente da CPI, Omar Aziz
(PSD-AM), chamou a atenção do senador para a data dos vídeos e afirmou que, à
época, a ciência ainda estudava o medicamento. “Uma coisa que evolui com uma
rapidez muito grande é a ciência. Isso aí foi em março de 2020. Em março de
2020, se eu tivesse contraído covid eu também tomaria cloroquina”, comentou
Aziz, antes de ser interrompido pelo filho do presidente, senador Flávio
Bolsonaro. Depois, o presidente comentou que os governadores e médicos mudaram
de posição nos dias atuais.
Depois, a senadora Eliziane Gama
(Cidadania-MA) também rebateu os senadores Marcos Rogério e Flávio Bolsonaro,
alegando que, à época em que os vídeos foram feitos, “o mundo estava com os
olhares voltados para a cloroquina” e que a ciência evoluiu de lá para cá.
Depois, iniciou-se um
bate-boca, e Omar Aziz suspendeu a sessão por dez minutos.
(J.Br)
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