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Uma moradora foi feita refém
e disse que o homem que a atacou se parece com Lázaro Barbosa de Sousa (foto
de destaque), 32. O suspeito fugiu. Helicópteros da
polícia sobrevoam o local.
Segundo o capitão Rafael
Cunha, da Polícia Militar do DF (PMDF), há fortes indícios de que o homem seja
Lázaro Barbosa. Dessa vez, a invasão ocorreu na chácara Portal do Sol, no Incra
9. Ele teria chegado por volta das 4h e família foi liberada às 15h.
De acordo com Silvia Campos
de Oliveira, 40 anos, o homem que invadiu a sua casa possuía os mesmos traços
de Lázaro. “Ele ficou na horta e o abordamos. Então, já tirou a arma. Estava
alterado, ficou fumando maconha, carregando celular e pediu para que a gente
cozinhasse para ele. Então, contou que veio da Bahia, que já roubava desde os
13 anos, para poder comer. Toda hora ele abria e fechava porta. Achei que fosse
meter bala na gente. Falou que se a gente reagisse faria o mesmo que com a
outra família, que ele matou no Incra. Mandou a gente não fugir”.
Silvia disse também que o
homem que invadiu a casa dela perguntou se eles estavam acompanhando o caso do
triplo homicídio. E afirmou: “Aquele crime lá eu tava junto, mas não fui só
eu”.
Ele levou dois celulares,
biscoito, pão, um casaco e dinheiro. Agentes da Polícia Civil do DF (PCDF)
estão no local no momento pegando o depoimento da mulher.
Uma das hipóteses para o
triplo homicídio, ocorrido na Fazenda Vidal, no
Incra 9, em Ceilândia, é que Lázaro tenha invadido a casa para
roubar os pertences da família. No entanto, ao ver que Cleonice Marques, 43,
mulher de Vidal, pedia socorro pelo telefone, ele matou pai e filhos e se
apressou em deixar o local do crime, levando ela como refém.
Cleonice
ainda está desaparecida. Foi solicitado o apoio de helicóptero e cães farejadores para procurá-la. A Divisão de Repressão ao Sequestro (DRS) presta
apoio às investigações. Cleonice presenciou a morte do marido e dois filhos na Fazenda Vidal. A família morava e era dona de uma
floricultura no local.
Na
quarta-feira (9), foi solicitado apoio de helicóptero e de cães farejadores
para procurá-la. A Divisão de Repressão ao Sequestro (DRS) presta apoio às
investigações.
O irmão de
Cleonice, Ivan Amorim, 60, contou que a família não vai desistir de procurá-la.
“Vamos encontrá-la hoje. Estamos com muita esperança. Esse homem não pode ter
ido muito longe com a Cleonice a pé. Vamos encontrar”, disse, emocionado.
Familiares
e amigos das vítimas acreditam na hipótese de assalto. Segundo Edivaldo Gomes,
amigo da família, as vítimas não tinham inimizade com ninguém e mantinham boas
relações com os clientes da floricultura e com os vizinhos.
(Metrópoles)
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