O hospital deverá contar com 172
leitos, entre unidades de terapia intensiva e de internação, além de
consultórios multidisciplinares
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| Foto Divulgação |
O governador Ibaneis Rocha disse nesta
terça (08) que assinará a ordem de serviço para início das obras do Hospital
Oncológico de Brasília, que segundo ele terá o nome do ex-secretário de Saúde,
o médico Jofran Frejat. De acordo com o anúncio feito pelo governador, a
unidade será construída próximo ao Hospital da Criança.
O hospital deverá contar com 172
leitos, entre unidades de terapia intensiva e de internação, além de
consultórios multidisciplinares, alas para tratamento de quimioterapia,
radioterapia, medicina nuclear, endoscopia e salas de cirurgia conjugadas.
Exames de imagem, como mamografia, ultrassom e raios X, também poderão ser
realizados no local.
“Lanço amanhã, o que para mim é o
maior legado do nosso governo, o Hospital Oncológico Jofran Frejat. Vamos
lançar esta obra, que vai fazer com que o Distrito Federal seja referência no
tratamento de câncer, e fazer uma homenagem a quem foi o maior médico da
história dessa cidade, porque cuidou da saúde como ninguém. Grande Jofran, essa
homenagem será feita à sua história”, discursou Ibaneis Rocha.
Em dezembro do ano passado saiu o
resultado da licitação para a construção do Hospital Oncológico de Brasília. A
empresa vencedora, Endeal Engenharia e Construções LTDA, apresentou o menor
preço global, no valor de R$ 99.965.265,47, proposta 16% abaixo do valor
estimado.
Os recursos para a obra são do
Ministério da Saúde e foram disponibilizados via Caixa Econômica Federal. O
primeiro hospital oncológico do DF será construído em um terreno de 40 mil
metros quadrados, ao lado do Hospital da Criança de Brasília, no Setor
Noroeste.
O governador Ibaneis Rocha disse que a
decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a ida dos governadores à CPI da
pandemia deverá acontecer até o final desta semana. Segundo o chefe do
Executivo do DF, um dos nove governadores convocados para serem ouvidos pelo
colegiado, a ministra relatora do pedido dos gestores para não comparecerem à
CPI, ministra Rosa Weber, espera a manifestação do Ministério Público e da
Advocacia Geral da União (AGU), para tomar uma decisão, o que deverá acontecer
nesta semana.
O senador do DF, Izalci Lucas (PSDB),
apresentou à CPI requerimento de convocação do ex-secretário de Saúde do DF,
Francisco Araújo, que foi preso por envolvimento em suposto superfaturamento na
compra de testes de covid. “Ele é um depoente chave para descobrirmos o real
esquema de corrupção que ocorre no Distrito Federal e em nosso país”,
justificou o senador.
(J.Br)
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