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A plataforma realiza uma filtragem das
denúncias, diminuindo assim a ocorrência de trotes, e faz uso de uma tecnologia
de georreferenciamento, para identificar a localização do denunciante.
“A pessoa vai baixar esse aplicativo
no seu celular e a partir do momento em que ela aciona o alerta, seja
localização ou texto, essa informação já chega georreferenciada para nós. Tendo
o ponto exato, vamos administrar a parte operacional para ver qual recurso nós
empregaremos, se vai ser um helicóptero ou alguma equipe terrestre, para fazer
uma averiguação mais exata e em tempo mais célere”, explica o Tenente Coronel
da Polícia Militar de Goiás, Pedro Henrique Batista.
“Nós recebemos muitas denúncias de
outros estados. Então isso facilita, já sendo um filtro natural, porque a gente
quer denúncias de pessoas que tenham informações reais”, completa.
De acordo com a Polícia Militar de
Goiás (PMGO), o aplicativo foi criado exclusivamente para auxiliar nas buscas
por Lázaro.
Desde 20 de junho, mais de 3 mil
denúncias foram recebidas no disque-denúncia do caso. No entanto, a maioria
delas não auxiliaram nas buscas.
“São mais sugestões, palpites da
população, notícias que não auxiliam a polícia diretamente nas investigações”,
explica a delegada da Polícia Civil, Paula Meotti.
Para fazer uso do aplicativo, a pessoa
precisar realizar um cadastro. A plataforma é leve e possui um modo de
urgência, em que a denúncia é encaminhada diretamente ao centro de comando.
A operação de buscas pelo suspeito
está em seu 15° dia. O trabalho é coordenado pela Secretaria de Estado da
Segurança Pública (SSP-GO), e a força-tarefa é composta por policiais militares
e civis de Goiás e do Distrito Federal, além de policiais federais, rodoviários
federais e agentes da DPOE/DF.
(J.Br)
www.jornalaguaslindas.com.br
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