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Segundo a ministra, “a hora, é de
diálogo, de compreensão, de solidariedade, e de trabalho pelo Brasil”. “E é
isso que me inspira como deputada federal, respeitando e convivendo com as
diferentes visões e ideologias, mas procurando pontos de convergência que
possam nos permitir avançar nas soluções pelo País”, disse.
Entre os agradecimentos, Flávia destacou
nomes de parlamentares ligados ao Centrão e de apoio ao presidente Bolsonaro,
como o líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), o
vice-líder do bloco composto por MDB, PP e Republicanos no Senado, Ciro
Nogueira (PP-PI), o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e o
vice-presidente da Casa, Marcelo Ramos (PL-AM), bem como o filho do presidente
Jair Bolsonaro, o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ). Conforme mostrou
o Estadão/Broadcast, a cerimônia contou também com a presença do presidente
nacional do PL, o ex-deputado, condenado, em 2012, pelo envolvimento no esquema
do mensalão, Valdemar Costa Neto.
A ministra também pediu “união” para
que “as reformas continuem andando” e para que seja feito o combate ao novo
coronavírus por meio do reforço à campanha de vacinação e fortalecimento do
Sistema Único de Saúde (SUS).
Flávia tomou posse nesta manhã em
cerimônia fechada, sem a presença da imprensa, ao lado do presidente Jair
Bolsonaro e seis outros ministros empossados nesta manhã: Marcelo Queiroga para
o Ministério da Saúde, Anderson Torres para a Justiça e Segurança Pública, Luiz
Eduardo Ramos para a Casa Civil, Walter Braga Netto para a Defesa, Carlos
Alberto França para as Relações Exteriores e André Mendonça para a Advocacia-Geral
da União
(AGU).
(Colaborou Lauriberto Pompeu) www.jornalaguaslindas.com.br
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