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Esse
números, claro, tendem a mudar tanto no Estado quanto
no País. Com a força que o partido terá, o que impacta no fundo eleitoral e
também no tempo de rádio e TV, novos nomes devem buscar filiação. Pelo
Executivo, com a oficialização. Pelo Legislativo – onde o mandato é do partido
-, na janela partidária.
Alguns acertos já estão
garantidos entre DEM e PSL. Por
exemplo: já está definido que o presidente nacional do DEM, ACM Neto, será o
secretário-geral da nova legenda. Além disso, Luciano Bivar, presidente
nacional do PSL, seria o líder da sigla. Além disso, a legenda se chamará União Brasil
e o número 44.
Nos
Estados, assume quem for governador por uma das siglas. Em Goiás, Ronaldo
Caiado será o líder da nova legenda. Onde não há gestores estaduais ou
municipais, haverá
debates. Contudo, a discussão aponta para que o comando seja de
deputados federais e prováveis candidatos ao governo do Estado.
Oposições
internas a Caiado
Com
a fusão, opositores do governador Ronaldo Caiado (DEM) estarão na mesma sigla.
Os deputados estaduais delegado Humberto Teófilo, Paulo Trabalho e Major Araújo
– todos do PSL – estão entre os críticos do gestor. Na Câmara Federal, Major
Vitor (PSL), inclusive, articula uma pré-candidatura ao governo como oposição a
Caiado em 2022.
Nenhum
deles, claro, desconhece a fusão. Na janela partidária, no ano que vem, todos
devem ter a opção de permanecer ou deixar a sigla, o que é mais provável. A
atual presidência do PSL em Goiás não parece ter interesse em expulsão. Então,
caberá a eles a resposta, no momento certo.
Conflitos pelo Estado
É
possível, claro, que ocorram outros conflitos, relacionados as bases
coincidentes de deputados estaduais e federais. A disputa por espaço deve
ocorrer em todo o Estado, uma vez que serão quatro deputados federais e sete
estaduais – podendo ou não pleitear a reeleição.
O
deputado mais votado de Goiás em 2018 (e 2014), delegado Waldir, por exemplo,
teve confirmações nas urnas espalhadas por todo o Estado. Contudo, 13,72% dos
eleitores de Goiânia destinaram votos a ele: foram 93.287 votos na capital.
Zacharias Calil (DEM), por sua vez, garantiu 12,95% dos votos da capital:
87.991 confirmações de confiança dos goianienses.
Já
Zé Mario, do DEM, foi forte em Mineiros, onde teve 48,95% dos votos da cidade
(12.667); enquanto Vitor Hugo pulverizou por diversas cidades – ele teve 31.190
votos em todo o Estado, ocupando a última cadeira por Goiás.
(MaisGoiás) www.jornalaguaslindas.com.br
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