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O valor
atual está em vigor desde julho, quando houve aumento de 52%. O custo da
geração de energia, entretanto, disparou e exigiu novo reajuste.
O assunto
foi discutido em reunião com diversos representantes do governo nesta semana.
De acordo com participantes dessa agenda, o Ministério de Minas e Energia
sugeriu reajustar o valor da bandeira para R$ 24, o que seria mais que o dobro
de aumento, por um período de três meses.
Prevaleceu,
porém, a proposta do Ministério da Economia, de cobrar uma taxa entre R$ 14 e
R$ 15 por um tempo maior, possivelmente de seis meses. O prazo estipulado será
o suficiente para recuperar os reservatórios após o início do período úmido, no
fim do ano.
Na
quinta-feira (26/8), o ministro da Economia, Paulo Guedes, mencionou a necessidade de encher os reservatórios das
hidrelétricas. Por isso, a pasta defende um meio-termo para a cobrança, de forma
a manter a taxa por mais tempo, para garantir o pagamento das termelétricas e
recuperar as represas.
Desde
abril, a pasta federal comandada por Guedes defende, com esse argumento, que a
bandeira suba. A tarifa aumentou em julho.
(Metrópoles)
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