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Devido ao tempo de incubação
do novo coronavírus, adotou-se a recomendação de especialistas para que a média
móvel do dia seja comparada à de duas semanas atrás.
Variações na quantidade de
mortes ou de casos de até 15%, para mais ou para menos, não são significativas
em relação à evolução da pandemia. Já percentuais acima ou abaixo devem ser
encarados como tendência de crescimento ou de queda.
Foram 1.893 mortes e 64.903
novos infectados registrados nas últimas 24 horas em todo o país. Os dados são
do mais recente balanço divulgado pelo Conselho Nacional de Secretários de
Saúde (Conass).
No
total, o Brasil já perdeu 515.985 vidas para a doença e computou 18.513.305
casos de contaminação.
Os cálculos são feitos pelo (M)Dados, núcleo de jornalismo de dados do Metrópoles, e se baseiam nos relatórios repassados pelo
Ministério da Saúde. Essas informações também alimentam o painel interativo com
notícias sobre a pandemia desde o primeiro caso da doença registrado no país.
Acompanhar
o avanço da pandemia de Covid-19 com base em dados absolutos de morte ou de
casos está longe do ideal. Isso porque eles podem apresentar variações diárias
muito grandes, principalmente atrasos nos registros. Nos fins de semana, por
exemplo, é comum perceber redução significativa dos números.
Para
reduzir esse efeito e produzir uma visão mais fiel do cenário, a média móvel é
amplamente utilizada ao redor do mundo. A taxa, então, representa a soma das
mortes divulgadas em uma semana dividida por sete.
O nome “móvel” é porque varia conforme o total de óbitos dos
sete dias anteriores.
(Metrópoles)
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