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“Hoje foi publicada uma reportagem na
imprensa que atribui a mim mensagens tentando criar uma narrativa sobre ameaças
feitas por interruptores a presidente de outro Poder. O ministro da Defesa não
se comunica com os presidentes dos Poderes por meio de interlocutores. Trata-se
de mais uma desinformação que gera instabilidade entre os poderes da república
e um momento que exige a união nacional”, declarou. O ministro se refere à reportagem do jornal O Estado de
S.Paulo que diz que ele usou interlocutores para dizer a Arthur
Lira que, se não houver voto impresso e auditável em 2022, não haverá eleições.
A matéria foi amplamente replicada por toda a imprensa nesta manhã.
Braga Netto disse ainda que a
discussão sobre o voto impresso é “legítima” e “defendida pelo governo
federal”. “Acredito que todo cidadão deseja maior transparência e legitimidade
no processo de escolha de seus representantes no Executivo e no Legislativo em
todas as instâncias. A discussão sobre o voto eletrônico auditável por meio de
comprovante impresso é legítima, defendida pelo Governo Federal e está sendo
analisada pelo parlamento brasileiro, a quem compete decidir sobre o tema”,
declarou.
Leia
a nota do ministro na íntegra:
Hoje foi publicada uma reportagem na
imprensa que atribui a mim mensagens tentando criar uma narrativa sobre ameaças
feitas por interruptores a presidente de outro Poder. O ministro da Defesa não
se comunica com os presidentes dos Poderes por meio de interlocutores. Trata-se
de mais uma desinformação que gera instabilidade entre os poderes da república
e um momento que exige a união nacional. O Ministério da Defesa que as Forças
Armadas atuam e sempre atuarão dentro dos limites previstos na Constituição. A
Marinha do Brasil, o Exército Brasileiro e a Força Aérea Brasileira são
instituições nacionais regulares e permanentes, comprometidas com a sociedade,
com a instabilidade institucional do país e com a numeração da democracia e da
liberdade do povo brasileiro. Acredito que todo cidadão deseja maior
transparência e legitimidade no processo de escolha de seus representantes no
Executivo e no Legislativo em todas as instâncias. A discussão sobre o voto
eletrônico auditável por meio de comprovante impresso é legítima, defendida
pelo Governo Federal e está sendo analisada pelo parlamento brasileiro, a quem
compete decidir sobre o tema.
Lira também se
manifesta
Pelo
Twitter, Arthur Lira também se manifestou. O presidente da Câmara minimizou a
ação da imprensa, mas não falou de forma clara sobre a discussão. “A despeito
do que sai ou não na imprensa, o fato é: o brasileiro quer vacina, quer
trabalho e vai julgar seus representantes em outubro do ano que vem através do
voto popular, secreto e soberano”, declarou, sem falar sobre voto impresso e/ou
auditável.
(J.Br)
www.jornalaguaslindas.com.br
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