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Ao chegarem
na residência da família, os conselheiros constataram que o bebê tinha uma
extensa queimadura pelo braço direito que, segundo informações da Polícia
Militar de Goiás (PMGO), foi causada por carvão de narguilé.
De acordo
com os conselheiros, foi necessário chamar a corporação porque o casal se
recusou a entregar o bebê. O pai, de 24 anos, e a mãe, de 18, foram detidos
pela polícia, assinaram um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) e foram
liberados em seguida.
Ainda de
acordo com o Conselho Tutelar, antes de ser entregue a algum familiar ou levado
a um abrigo – a informação está em segredo de Justiça, por isso não
pode ser revelada – o bebê recebeu curativos no braço queimado.
Conforme
registro da PMGO, a corporação foi acionada para ajuda o Conselho Tutelar a
pegar o bebê, pois houve resistência dos pais. Consta no relato que o casal
recebeu conselheiros e policiais “com muita falta de respeito”. Por isso, os
dois foram levados a uma delegacia, onde o caso foi registrado como
“desobediência”.
De
acordo com informações do registro policial, a casa em que a família mora
estava em más condições de higiene e com mau odor. Não há detalhes de como o
bebê se queimou.
A
suposta situação de maus-tratos contra o bebê foi registrada pelo Conselho
Tutelar na Polícia Civil, que deve investigar o caso, na manhã desta
terça-feira (6).
(Metrópoles) www.jornalaguaslindas.com.br
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