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Após fusão com o DEM, deputados devem deixar o PSL em Goiás

Tendo em vista a fusão com o
DEM, o PSL em Goiás deve terminar a legislatura de 2018 a 2022 com praticamente
nenhum deputado tanto na Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) quanto na
Câmara dos Deputados

Foto Divulgação

Na
Alego, três deputados do PSL são de oposição — ou, no mínimo,
independentes – em relação a Ronaldo Caiado (DEM), hoje o líder dos democratas
em Goiás. São eles: Major Araújo, Paulo Trabalho e Delegado Humberto Teófilo.
Todos já anunciaram a saída da legenda.

 


na Câmara dos Deputados, o partido tem dois representantes goianos: Delegado
Waldir, presidente do PSL em Goiás, e Major Vitor Hugo, que também já está de
saída da sigla. Com isso, só sobraria o próprio Waldir.

 

De
acordo ele, a fusão do PSL com o DEM está “100% fechada”. Assim, a sigla
passará a ser a maior do país, com 81 deputados federais, e terá o maior fundo
eleitoral e o maior tempo de TV para as próximas eleições. “A gente está
construindo esse projeto. O PSL tem o maior tempo eleitoral, temos estrutura.
Estamos dialogando mesmo com essa unificação com o DEM. Eu coloquei para o
governador, coloquei para o ACM Neto, Bivar que eu quero critérios porque eu
vou estar disposto a disputar esses critérios para ser o senador deste grupo”,
disse ele.

 

Como
se nota, o jogo político muda a todo tempo. Até semana passada, o próprio
Delegado Waldir construía uma chapa de oposição ao governo de Goiás. Hoje, ele
já luta para concorrer à vaga na majoritária de Ronaldo Caiado. Interlocutores
falam que Waldir, como sempre, está focado em si mesmo, não importando com os
líderes do PSL. O certo é que, frente a essas e outras contradições, a
reputação de Waldir está cada dia melhor no interior do estado e ele caminha
para se eleger senador sem grandes obstáculos.

 

 

 

 

(HE) www.jornalaguaslindas.com.br

 

 

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