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A
organização não governamental existe desde 2014 e tem o príncipe William como presidente. O objetivo da ONG é
preservar a vida dos animais e plantas silvestres que estão ameaçadas de
extinção. O Aeroporto de Brasília é o primeiro do Brasil e o segundo da América
Latina a assinar o acordo.
O Aeroporto
Ecológico de Galápagos, no Equador, foi o primeiro da região a assinar a
declaração. O terminal aéreo é administrado pela Corporación América Airports,
a mesma operadora de Brasília.
Por meio do
Conselho Internacional de Aeroportos para América Latina e Caribe (ACI-LAC) a
concessionária agora faz parte das mais de 40 empresas e organizações do mundo
que se comprometem a combater o tráfico internacional de vida selvagem,
identificando suspeitos do comércio ilegal, compartilhando informações e
desenvolvendo mecanismos harmonizados de atuação, entre outras medidas.
A
Inframerica informou que os primeiros passos como integrante da força-tarefa
serão adotar a política de tolerância zero ao tráfico de vidas silvestres e
colaborar com a divulgação da campanha para que funcionários e passageiros
fiquem informados sobre a importância do movimento.
A concessionária também será
responsável por auxiliar com a divulgação de materiais educativos junto aos
órgãos públicos que atuam no terminal aéreo, como a Polícia Federal, a Receita Federal e a Unidade de Vigilância
Agropecuária Internacional (Vigiagro) e empresas terceirizadas.
A empresa também vai atuar como um ponto focal para esclarecer dúvidas e ajudar
no trabalho de fiscalização.
A Inframerica também
receberá denúncias pelo número de celular (61) 99804-8949. O contato também
recebe mensagens por WhatsApp.
(Metrópoles) www.jornalaguaslindas.com.br
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