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“Desta forma, a partir de
sábado (9/10), o preço médio de venda do GLP, da Petrobras para as
distribuidoras, passará de R$ 3,60 para R$ 3,86 por quilo, equivalente a R$
50,15 por 13kg, refletindo em reajuste médio de R$ 0,26 por quilo”, informou a
Petrobras, em nota.
Para a
gasolina, o preço médio de venda, da Petrobras para as distribuidoras, passará
de R$ 2,78 para R$ 2,98 por litro, o que corresponde a reajuste médio de R$
0,20 por litro.
De acordo com a companhia, o
reajuste nos preços do GLP às distribuidoras ocorre após 95 dias de
estabilidade. Já o valor da gasolina apresentava-se estável há 58 dias.
No
acumulado do ano, a alta no preço do litro da gasolina na refinaria chega a
62%. No gás, o aumento alcança 48%.
Em busca de protagonizar o esforço
para reduzir o custo dos combustíveis, o presidente da Câmara,
Arthur Lira (PP-AL), negocia com partidos da base e da oposição um acordo para
que o ICMS (imposto estadual/distrital) incida sobre o preço médio desses
insumos nos últimos dois anos – e não dos últimos 15 dias, como
ocorre atualmente.
A falta de consenso e a
oposição de peso dos governadores – que não querem lidar com a redução de
arrecadação que a proposta traria – estão impedindo que Lira
consiga levar a proposta ao plenário da Câmara.
A ideia era votar o projeto
já na última terça (5/10). Dúvidas e questionamentos, formulados até pela
equipe econômica do governo federal, convenceram o parlamentar a debater o
texto por mais uma semana e tentar levar a matéria ao plenário na próxima
quarta-feira (13/10).
Essa tentativa de baratear o
combustível já tem até porcentagem nas contas do presidente da Câmara: “Um
preço de gasolina, a princípio, 8% mais barato; do álcool 7% mais barato e do
óleo diesel 3,7% mais barato”.
(Metrópoles) www.jornalaguaslindas.com.br
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