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A ex-funcionária, que trabalhou com
cientista de dados na gigante comandada por Mark Zuckerberg por quase três
anos, escreveu um dossiê quando foi demitida da empresa, detalhando como a
companhia não se esforçava suficientemente para combater a desinformação em
suas plataformas, em especial nos países pequenos -quase 90% dos usuários
mensais ativos estão fora de Canadá e Estados Unidos. O dossiê foi publicado no
ano passado pelo BuzzFeed News.
A intenção de depor ao Congresso vem
na esteira das declarações de Frances Haugen, que também critica os esforços do
Facebook ao minimizar o discurso de ódio e evidencia, por meio de estudo
próprio da companhia, como o Instagram pode afetar a saúde mental de
adolescentes que passam muito tempo conectados à rede social.
Frances irá se reunir com o conselho
do Facebook que analisa os casos sensíveis de moderação de conteúdo na
plataforma. No dia 3, ela revelou em uma entrevista ao programa de TV americano
“60 Minutes” que o “Facebook mostrou repetidas vezes que prefere o lucro à
segurança”.
Já Sophie diz que entregou
documentação detalhada sobre possíveis violações criminais da empresa a uma
agência e que acredita que a investigação está em curso. O Facebook tem alegado
que derrubou 150 redes que tentaram manipular o debate público desde 2017,
originadas em mais de 50 países.
(J.Br)
www.jornalaguaslindas.com.br
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