Congresso promulgou Emenda que abre espaço para pagamento de Auxílio Emergencial

O presidente Jair Bolsonaro precisa editar uma
medida provisória, com as definições de valores e abrangência, para liberar o
benefício

Foto Mariana Costa

Congresso Nacional promulgou, nesta segunda-feira (15/3), a
Emenda Constitucional n° 109/21, que impõe medidas de contenções aos gastos
públicos e abre espaço fiscal para o pagamento do novo auxílio emergencial.

 

O governo Jair Bolsonaro, todavia, precisa editar uma medida provisória,
com as definições de valores e abrangência, para liberar o benefício.

 

Após três
dias de intensas discussões e articulações, a 
Câmara dos Deputados concluiu, na noite da última quinta-feira
(11/3), a votação da 
Proposta de Emenda à Constituição (PEC) n° 186/19, a chamada PEC Emergencial.

 

Um dos
pontos principais é o estabelecimento de um limite de R$ 44 bilhões para o
pagamento da ajuda em 2021. O texto prevê uma série de medidas de contenção
fiscal para União, estados e municípios que tenham 95% de sua receita
comprometida.

Os
deputados retiraram a vinculação de recursos de fundos públicos para pagamento
de dívidas e mantiveram a possibilidade de concessão de progressões e de
promoções aos servidores públicos.

 

Senado Federal aprovou a proposta no dia 4 de março.

 

O Ministério da Economia
estuda um valor médio de R$ 250, a serem pagos por quatro meses. O pagamento
deve começar em abril. Para a família monoparental dirigida por mulher, o
subsídio será de R$ 375; para casal, R$ 250; e para homem sozinho, de R$ 175.

 

 

(Metrópoles) www.jornalaguaslindas.com.br

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