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Devido ao
atraso nas notificações, as mortes não ocorreram, necessariamente, nas últimas
24 horas. Na comparação com 14 dias atrás, houve redução de 28,2%, o que
sinaliza tendência de queda.
Por causa
do tempo de incubação do novo coronavírus, adotou-se a recomendação dos especialistas no
sentido de confrontar a média móvel do dia com a de duas semanas antes. As
oscilações no número de mortes ou de casos de até 15% para mais ou para menos
caracterizam invariabilidade.
Desde o início da pandemia de coronavírus, o DF já notificou 384.031 contaminações e 8.026 óbitos em decorrência da doença. Nas últimas 24 horas, foram registradas 48
mortes e 1.001 novas infecções.
Segundo dados da Secretaria
de Saúde do DF (SES-DF), atualizados às
16h25 desta quinta, 487 dos 606 leitos operacionais de UTI, Ucin e UCI
destinados a pacientes com Covid-19 estão
ocupados, o que equivale a 80,4% da capacidade da rede pública. O número inclui
todos os leitos que não estão bloqueados nem aguardando liberação.
Na rede privada, 293 dos 326
leitos para adultos disponíveis estão ocupados – taxa de 89,9%. Observar os
índices de ocupação dos leitos é uma das formas de medir a evolução de
transmissão da doença.
Acompanhar o avanço da
pandemia de Covid-19 com base em dados absolutos de mortes ou casos está longe
do ideal. Isso porque eles podem ter variações diárias muito grandes,
principalmente atrasos nos registros. Nos fins de semana, por exemplo, é comum
perceber redução significativa dos números.
Para diminuir esse efeito e
produzir uma visão mais fiel, a média móvel é amplamente utilizada ao redor do
mundo. A taxa representa a soma dos óbitos divulgados em uma semana dividida
por sete.
O nome “móvel” é porque
varia conforme o total de falecimentos dos sete dias anteriores.
(Metrópoles) www.jornalaguaslindas.com.br
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