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Queiroga
afirmou também que o Ministério da Saúde adotará
duas estratégias para combater as variantes, em especial a Delta, que tem
colocado o mundo em alerta: vacinação e vigilância.
“Nós
precisamos conhecer bem qual é o perfil desses indivíduos: qual é o percentual
de pacientes já vacinados com as duas doses da vacina; onde eles estão
localizados; e o isolamento dessas pessoas, para evitar que haja uma transmissão comunitária
da variante Delta“, ressaltou Queiroga.
A
variante Delta, de acordo com estudos recentes, é a mais contagiosa entre todas
as cepas já sequenciadas. Segundo pesquisas da Organização Mundial da Saúde
(OMS), essa mutação tem transmissibilidade 97% maior do que a cepa original do
coronavírus, oriunda da China.
A
cepa já está presente em mais de 96 países, é predominante em alguns deles, e
preocupa a OMS. A estimativa da entidade é que, em alguns meses, a variante
prevaleça em todo o mundo.
Até o momento, alguns casos da Covid-19 causada pela Delta já
foram identificados em estados como Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Goiás. No país, foram registrados dois óbitos de
pessoas com a cepa: uma gestante de 42 anos no Paraná e um tripulante de 54
anos de um navio chinês atracado no Maranhão.
(Metrópoles)
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