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André
Oliveira Schreiner, de 27 anos, foi assassinado em frente uma distribuidora de
bebidas, no Setor Estrela Dalva, em Goiânia, na noite de 6 de abril de 2017.
A maioria dos jurados
entendeu que o crime foi praticado por motivo fútil, demonstrando frieza e
covardia. Vários clientes da distribuidora presenciaram o crime.
“O
irmão dele, que esteve em plenário, teve dificuldade de falar, diante da emoção
ao lembrar de André. Isso demonstra que realmente houve um impacto psicológico
no seio familiar da vítima”, declarou o juiz Jesseir Coelho de Alcântara, que
presidiu a sessão.
Pouco antes do crime, o
militar reformado estava bebendo na distribuidora com amigos, que cantavam ao
som de um violão. André chegou em seguida acompanhado da esposa. O casal ficou
no lugar por cerca de 30 minutos, tempo em que tomaram uma cerveja e comeram um
espetinho.
Enquanto estava na
distribuidora, André deixou seu Celta com o som ligado no volume um pouco alto,
segundo a denúncia do Ministério Público do
Estado de Goiás (MPGO). O sargento e seus amigos pararam de tocar
violão e cantar por causa do barulho.
O casal deixou o
estabelecimento, mas acabou voltando pouco depois, pois havia esquecido de
pagar a conta. Dessa vez, o som não estava ligado em volume alto. Mesmo assim, o
sargento resolveu tirar satisfação.
Segundo o processo, o
militar foi até André, que estava dentro do carro, e teria perguntado: “Você
vai ligar o som?”. Ao ser questionado, o jovem teria respondido: “Na hora, meu
camarada”. No momento em que levava a mão para ligar o aparelho, levou o tiro
no pescoço.
O Corpo de Bombeiros chegou
a ser chamado, mas a vítima morreu no local. O militar reformado fugiu logo
após o crime. Jeová vai cumprir a pena inicialmente em regime fechado, no Presídio Militar.
(Metrópoles) www.jornalaguaslindas.com.br
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