🚨 URGENTE: VORCARO RELATA TORTURA PSICOLÓGICA E AMEAÇAS NA PRISÃO PARA NÃO DELATAR
O ex-banqueiro Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master, afirmou em depoimento prestado ao gabinete do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), que teria sofrido tortura psicológica, maus-tratos e ameaças veladas durante o período em que esteve preso.
Segundo o relato, as supostas pressões teriam como objetivo impedir que ele revelasse informações envolvendo integrantes da Polícia Federal (PF) em uma eventual negociação de delação premiada. A informação foi divulgada nesta quarta-feira (2) pela coluna de Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo.
🔴 DIRETOR-GERAL DA PF É CITADO
De acordo com a apuração, Vorcaro mencionou nominalmente o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, ao relatar as dificuldades para avançar com uma possível colaboração.
Vorcaro teria afirmado que sua proposta de delação foi rejeitada pela PF e sustentado que haveria resistência para que determinados fatos chegassem ao conhecimento das autoridades. Essas são, contudo, alegações feitas pelo próprio investigado e ainda precisam ser apuradas e comprovadas.
⚖️ DEPOIMENTO OCORREU SEM A PRESENÇA DA PF
O depoimento foi realizado no âmbito do gabinete de André Mendonça e sem a presença de integrantes da Polícia Federal, após a defesa alegar que Vorcaro estaria sofrendo intimidações. O gabinete informou que a oitiva foi conduzida por um juiz auxiliar, com participação do Ministério Público.
A PF, por sua vez, contestou a condução do depoimento e há integrantes da corporação que avaliam as declarações de Vorcaro como uma tentativa de pressionar pela retomada das negociações de delação. Segundo relatos publicados pela imprensa, a defesa ainda não apresentou provas públicas que comprovem as acusações de tortura e ameaças.
O episódio acrescenta um novo capítulo à crise institucional envolvendo o caso Banco Master, que já colocou sob escrutínio relações entre o ex-banqueiro e autoridades dos principais órgãos da República.
A partir de agora, a apuração das acusações e a eventual existência de provas sobre as supostas pressões na prisão devem ser um dos pontos centrais do caso.
Redação Jornal Águas Lindas – Jornalista Valdevino de Oliveira DRT