Inicialmente, havia suspeita de rompimento das lagoas de chorume, o que poderia causar desastre ambiental de grandes proporções. Após inspeção técnica no local, foi confirmado que o incidente envolveu o colapso do sistema de contenção de resíduos sólidos, e não das lagoas de chorume, que permanecem intactas, porém com necessidade de monitoramento rigoroso.
👷♂️ A equipe em campo, em constante contato com a Sala de Situação da Defesa Civil em Goiânia, o Sgt Glauco, a Sd Brenda e o engenheiro civil Diógenes Aires (perito judicial), constatou que o deslizamento ocorreu na face noroeste do aterro, com o deslocamento de cerca de 24.160 m³ de resíduos sólidos em direção ao Córrego Santa Bárbara, impactando uma área de aproximadamente 18.000 m².
📉 Durante a vistoria, foram identificados deslizamentos secundários, que indicam risco de novos colapsos de maior magnitude.
A atuação rápida e coordenada do Corpo de Bombeiros e da Defesa Civil foi essencial para evitar uma tragédia maior. Mesmo sem o rompimento das lagoas de chorume, o volume de resíduos sólidos deslocados representa uma ameaça significativa ao meio ambiente e à população do entorno. Agora, é fundamental que as recomendações técnicas sejam seguidas com rigor e que haja fiscalização contínua sobre a operação do aterro. Este caso expõe a urgência de revisar os sistemas de contenção e segurança ambiental em aterros ValdivinodeoliveiraDRT001423/GOFONTECBMGO(