💔 MULHER É ENCONTRADA MORTA NO DF COM SINAIS DE ENFORCAMENTO; COMPANHEIRO É SUSPEITO

Mais um caso brutal que expõe a dura realidade da violência contra a mulher no Brasil. O número crescente de feminicídios no DF em 2025 é alarmante e mostra que ainda falta proteção efetiva, denúncia segura e punição exemplar. Raquel, como tantas outras, teve a vida interrompida de forma covarde. É urgente que o poder público e a sociedade se unam para combater esse ciclo de violência antes que mais nomes se tornem estatística.
Mais um caso brutal que expõe a dura realidade da violência contra a mulher no Brasil. O número crescente de feminicídios no DF em 2025 é alarmante e mostra que ainda falta proteção efetiva, denúncia segura e punição exemplar. Raquel, como tantas outras, teve a vida interrompida de forma covarde. É urgente que o poder público e a sociedade se unam para combater esse ciclo de violência antes que mais nomes se tornem estatística.

Raquel Gomes Nunes, de 46 anos, foi encontrada morta dentro de casa no Recanto das Emas, no Distrito Federal, com sinais de enforcamento. Ela estava desaparecida havia uma semana.
O corpo foi localizado pela própria filha, de 26 anos, na noite de segunda-feira (17). A jovem acionou a polícia após não conseguir contato com a mãe por vários dias.

De acordo com a Polícia Civil, o principal suspeito do crime é o companheiro de Raquel, que está foragido. O caso está sendo investigado como feminicídio pela Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam).
Se confirmado, este será o 13º feminicídio registrado no DF em 2025, número que reforça a preocupação com a violência doméstica e os crimes de gênero na capital federal.A investigação segue em andamento, e testemunhas já começaram a ser ouvidas.
Mais um caso brutal que expõe a dura realidade da violência contra a mulher no Brasil. O número crescente de feminicídios no DF em 2025 é alarmante e mostra que ainda falta proteção efetiva, denúncia segura e punição exemplar. Raquel, como tantas outras, teve a vida interrompida de forma covarde. É urgente que o poder público e a sociedade se unam para combater esse ciclo de violência antes que mais nomes se tornem estatística.valdivinodeoliveiraDRT001423/GO fotodivulgaçao

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