A PolĂcia Civil de GoiĂĄs concluiu o inquĂ©rito sobre a morte do bebĂȘ de 10 meses atacado por um pitbull, em GoiĂąnia, e indiciou trĂȘs pessoas da famĂlia: a mĂŁe da criança, a dona do cĂŁo (avĂł ou tia) e o companheiro dela. Eles vĂŁo responder por homicĂdio culposo, quando nĂŁo hĂĄ intenção de matar, e por negligĂȘncia na guarda do animal. O ataque aconteceu no dia 27 de maio, no Setor Jardim AmĂ©rica. Segundo a polĂcia, o bebĂȘ foi atacado assim que chegou Ă casa dos avĂłs. O pitbull pulou e arrancou a criança dos braços da mĂŁe. Testemunhas afirmaram que o cĂŁo jĂĄ era agressivo e vivia em um ambiente sem controle ou segurança.
O bebĂȘ ainda foi levado com vida para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA), mas nĂŁo resistiu aos ferimentos. O animal sĂł parou apĂłs ser abatido pela polĂcia, que foi chamada devido Ă gravidade da situação.
A delegada responsĂĄvel pelo caso destacou que houve falhas graves dos responsĂĄveis em manter o animal em segurança, mesmo com conhecimento do comportamento agressivo. O MinistĂ©rio PĂșblico agora vai analisar o caso para decidir se oferece denĂșncia Ă Justiça.
Uma tragĂ©dia que poderia ter sido evitada. A dor da perda de uma criança Ă© irreparĂĄvel, mas esse caso tambĂ©m escancara a responsabilidade de quem convive com animais potencialmente perigosos. Ter um cĂŁo como o pitbull exige vigilĂąncia redobrada â especialmente em ambientes com crianças. Agora, cabe Ă Justiça avaliar se houve mesmo negligĂȘncia criminal, mas o alerta jĂĄ estĂĄ dado: segurança e prevenção salvam vidas.ValdivinodeoliveiraDRT001423/GOFOTODIVULGAĂAO