Jovem morta por inveja xingou assassina antes do crime: “Despeitada”

A inveja parece ser elemento de crimes somente em tramas
cinematográficas. Mas, no caso do assassinato de uma auxiliar administrativa de
24 anos em Santos, no último sábado (13/1), este foi o mote que incitou o
crime. De acordo com a Polícia Civil, Erica de Oliveira da Silva foi morta a
facadas por Angélica da Cruz por conta de uma vaga de emprego, no dia em que a
vítima comemorava oito meses de casada.

Segundo o
site A
Tribuna
, a suspeita ainda contou com a ajuda do pai, da madrasta e
do irmão, de apenas 10 anos. Os dois seguravam Erica para que Angélica
desferisse os golpes e a mulher tentou agredir a irmã caçula da vítima, que
saiu ilesa. O feudo entre as duas já era antigo, mas foi intensificado depois
que a Erica fez uma postagem no Facebook no dia 12 de janeiro com uma indireta
para o desafeto.

“Está passando fome, meu bem? Me fala, que eu até
cedo meu emprego a você. Já que está oferecendo até o corpo que, por sinal, é
um lixo. Aceita: quem nasce para ser cachorro, morre latindo!”, escreveu a
auxiliar, seguida de uma imagem que continha o texto: “Invejosa,
despeitada, mal amada, se toca. Quando maior a sua inveja, maior o meu
sucesso”.

Angélica, que estava desempregada, teria ficado ainda mais irritada com
a inimiga e vizinha. De acordo com relatos de familiares da mulher assassinada,
a criminosa desejava tomar a vaga de emprego da ex-amiga de infância. Ela fugiu
após o crime.

A
briga entre as duas começou por volta das 19h20, quando Angélica, que cuidava
de uma barraca de frutas em frente da própria casa, viu Erica e as duas irmãs
chegando em casa. Testemunhas afirmam que a suspeita provocou a antiga colega,
que respondeu às ofensas.

Foi quando a família da acusada se envolveu na
confusão, imobilizando a vítima para que Angélica desferisse as facadas. Os
golpes também atingiram duas irmãs dela, Débora Oliveira da Silva, de 32 anos, e
Daniele Alves de Oliveira, de 27, que foram internadas em estado grave e seguem
no hospital. Erica foi levada a um Pronto Atendimento Médico (PAM), mas já
estava sem vida.

(Metrópoles/Foto:
arquivo pessoal/redação JAL)

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