GOIÁS: Família é presa suspeita de matar por seguro de vida

O
crime aconteceu em agosto do ano passado, no Condomínio Mansões
Eldorado, também na capital goiana. Três pessoas teriam praticado
o crime que revoltou a comunidade local

Da
redação do JAL

Três
pessoas de uma mesma família foram presas na última quarta-feira
(20), nos bairros Itapuã e Eldorado, em Goiânia, suspeitas de
cometer um homicídio para ficar com o dinheiro dos seguros de vida
da vítima, Jucimar dos Santos Bezerra, de 34 anos. O crime aconteceu
em agosto do ano passado, no Condomínio Mansões Eldorado, também
na capital.

Ana
Cristina Brasil, de 36 anos, mulher da vítima; o irmão dela, Nédio
Brasil, de 44 anos; e o filho dele, João Marcos Brasil, de 20 anos,
foram apresentados na manhã desta segunda-feira (25), na Delegacia
Estadual de Investigação de Homicídios (DIH). Segundo o delegado
Rilmo Braga, responsável pelo inquérito, os três mataram Jucimar
com o intuito de ficar com o seguro de vida, cerca de R$ 120 mil.

De
acordo com as investigações, Ana Cristina, casada com Jucimar há
seis anos, arquitetou a morte do marido, com ajuda do irmão. Eles
teriam prometido a João Marcos a quantia de R$ 20 mil pelo
“serviço”. Desse total, R$ 5 mil chegaram a ser repassados ao
executor. “A esposa recebeu R$ 30 mil de um dos seguros. Ainda
estamos checando junto às outras seguradoras sobre o restante do
valor”, contou Rilmo.

O
crime aconteceu na noite de 16 de agosto de 2015. O sobrinho teria
chamado o tio para resolver o problema mecânico em uma motocicleta.
Ao darem uma volta no veículo, supostamente para demonstrar o
problema, o sobrinho simulou que a moto havia enguiçado. “Ele
pediu pro tio empurrar a moto e, nesse momento, disparou contra a
vítima, pelas costas”, relata o investigador.

Segundo
Braga, o trio confessa o assassinato, mas nega a motivação
patrimonial. “Eles dizem que Jucimar era violento e que agredia a
família”, explica o delegado. Os envolvidos já foram indiciados
por homicídio e podem ser enquadrados também no crime de associação
criminosa. João Marcos é o único do grupo que possui passagens
anteriores na polícia, por atos cometidos ainda quando menor. Outras
pessoas da família continuam sob investigação.

Fonte:
PCGO

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